População

Demografia dos Africanos e Afrodescendentes em Lisboa (séculos XVI-XVIII)


Relação de registos biográficos de indivíduos de origem africana ou afrodescendentes – escravos, libertos e livres transportados no âmbito do comércio negreiro ou que, fruto da sua continuidade, nasceram em Lisboa entre meados do século XVI até meados do século XVIII.

Incide sobre duas tipologias de informação, ambas organizadas por freguesias, extraídas de documentação produzida pela Igreja – os registos paroquiais e os róis de confessados.

  • A primeira tipologia – Registos Paroquiais – proporciona informação biográfica individual, total ou parcial: datas de referência, proprietários, residência, naturalidade, raça, parentesco, entre outros.
    Informação que é organizada em quadros, por freguesias, compostos pelos índices biográficos de moradores, num recorte temporal variável entre 1545 e 1755. Disponível para as freguesias do Castelo, Santiago, Santa Catarina, Encarnação, Santa Justa, Pena, Mercês, Santa Engrácia e S. Sebastião da Pedreira.

Os dados para as freguesias do Castelo, Santiago e Mercês constam da base de dados “Reconstituição de Paróquias de Lisboa”, disponível no endereço: http://www.ghp.ics.uminho.pt/genealogias.html

  • A segunda tipologia – Róis de Confessados – expressa o mapa da população anual, por freguesias: quantos eram, em que rua moravam, quem liderava a habitação – se com o proprietário do escravo, se o próprio, se o cônjuge ou outro, entre outros elementos.

Existem elementos para as freguesias de: Anjos (1633); Mercês (1672); Santa Catarina (1672); S. Vicente (1682); Santa Justa (1693) e Encarnação (1750).

    Castelo
    • Populacao Escrava da antiga freguesia de Santa Cruz do Castelo Download pdf